sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

All Angels Gone

Segundo o last.fm All Angels Gone é uma banda de post-rock formada na França em 2001. O que isso nos interessa? Nada. É que tá tocando agora e essa música aqui Others as mirror é bacana e enfim...
Tenho usado muito esse tal de enfim para chegar em conclusão alguma. Deve ser porque estou no meio de um ciclo. Não sei. Só sei que levei uma injeção de força-de-vontade e de segurança e to indo ali, ali em frente.
Quero voltar a escrever meus roteirinhos meia-boca e planejar coisas que por preguiça ficaram pra trás.
Essa semana tive várias idéias boas sobre o que escrever aqui e que seria interessante, mas estava sem meu bloquinho e as idéias foram pro saco. Só me lembro de uma, mas é muito elaborada e meu cérebro está travado.
A música lá pelos 10 minutos fica com um instrumental fudido e acho que vocês deveriam procurar. Tchau.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Reality.

Estou pirada na vibe da webcam... Sério, tirem isso de mim. Não importa se digam que estou "meio grandinha pra brincar de webcam", acontece que essa interatividade maluca é um meio super bacana de passar o tempo enquanto se está online. Até coloquei ali do lado uma telinha pra vocês me verem ao vivo enquanto estão lendo as mongolices que escrevo por aqui.
O perigo desse site bacanão é que o que tem de tarado de interweb não está escrito. Os sustos que levo ao perceber que existem pintos na minha sala de chat são sempre grandes. E crianças, a melhor coisa a se fazer se essa conduta dos tarados continuar é clicar no link do amiguinho safadinho e selecionar sem dó o item "block". Alem dos tarados que veem tua testa e dizem que você tem a great sexy body e nice legs temos também uma infinidade de emos ainda existentes em grande quantidade no continente norte-americano. Cabelos horriveis, armados e descabelados, maquiagem carregada ao melhor estilo palhaço de ser e bom senso inrastreavel lotam as atualizações de quem está ao vivo agora.
Tarados e emos representam cerca de 93% de quem frequenta o stickam, mas encontramos também por lá apenas otários desocupados como eu, que em busca de mais uma distração nas horas vagas se submetem a rir de emos, bloquear pintos heretos e discordar quando dizem que você é sexy. Os otários desocupados podem encontrar nesse site uma maneira eficiente de se entreter e entreter os outros, seja realizando experiencias ao vivo com o novo intimus interno e uma xicara de chá ou café, ou se pintando de negro para assustar as pessoas que entram na sua sala de chat.
Enfim, se você tem webcam, deveria vir se divertir ao vivo com a gente no mundo virtual. Agora mudando de um assunto pro outro... Aquele reality show "Top Design" lá... A competição de decoradores que está passando no Sony é simplesmente genial e muito bacana. Vale a pena conferir aos sábado as 21:00 ou aos domingos as 15:00.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Just checkin'

Estou viciada no poker, com o aprendizado de holandes parado e uma vontade momentanea porém tremanda de vomitar. Não foi nada que eu comi (apesar de só ter comido besteira hoje), ou coisa do tipo... Essa vontade foi causada por aqueles sentimentos bons como a inveja e a raiva, que pessoa de bom coração não cultiva tais sentimentos?
Tá tudo tão bom que é quase necessario querer que melhore e como não melhora a gente reclama, eu reclamo! Eu reclamo, vocês sabem... Não reclamo porque tá ruim, mas sim porque podia estar melhor.
Amanhã é dia de trote, mas resolvi dar um pelé e mandar tudo pra puta-que-pariu. Semana que vem tenho que cumprir o calendário do C.A.V.H. (preciso olha-lo novamente) e voltar à minha rotina de dormir as 9pm. Ah como é bom! Tô curiosa.
O bom é que vou voltar a ver todo-santo-dia pessoas que eu não vejo desde novembro ou dezembro do ano passado (ai, to com tontura)... pessoas que vi durante as férias mas sinto igual saudade, talvez maior, talvez pelo grau de intimidade e importancia. Pena que tem gente que é quase impossivel matar a saudade de um abraço, da voz reclamona de uma pessoa.
Continuo evitando que tudo-o-que-há-de-bom no mundo, e que não faz parte da minha dose diária, não vire uma gastrite enquanto ajusto com a mão o braqueti que descolou justamente num dente da frente e me lembro de não mexer muito pra direita o meu pé direito.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Só mais dois feriados.

Aí vem o aniversário de São Paulo, mas não me perguntem quantos anos a cidade está fazendo. Gosto daqui como gosto de dormir, mas pra mim já basta conhecer algumas de suas partes, alguns de seus pedaços. Dei um google: o site de música da UOL diz que são 454 anos e que terá show da Beth Carvalho. Você vai? Eu não vou, vou estar viajando... Só não sei se será na praia com a ou na chacara da minha vó em São Roque com meus pais.
Na praia vai ser gostoso, a Fê deixou no meu msn enquanto eu estava capotada na cama que um amigo dela também vai e que será bacana, mas na chacara poderei dormir a vontade, avançar umas talvez 200 páginas no russo que se sente abandonado e sei lá...
Quando a gente ver já é dia 28 e em alguns dias será o carnaval. Por que o carnaval é tão cedo esse ano? Fim de semana de desfiles, segunda que passa voando, terça que vem e ninguém viu. Quarta-feira de cinzas. E daí?
Daí acabou, minha gente. Daí se foram as férias, daí chegou o derradeiro dia do trote, que esse ano só intento em ter meu copo cheio de cerveja. Adeus bixos, adeus tinta, adeus farinha. Vem em mim terceiro ano.
Eu que não fui viajar nem até a praia pra molhar e melecar os pés, que não soube o que é pegar estrada e que não vi as arvores passando rápido. Planejei viagem miada de rugby pra Curitiba que aconteceria aí agora nesse primeiro feriado. Fiquei em casa em pseudo-meus-computadores sem poder fazer download, tendo que me logar toda vez nesses malditos sites e que eu sempre confundo a senha.
Só mais dois feriados e tudo isso acaba, daí é hora direção de arte, edição, interpretação e curriculos sendo enviados na loucura e velocidade com que as horas passam. Só mais dois feriados pra eu ouvir em paz a rádio da tag post-rock do last.fm

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Endorfina, eu te amo.

Eu odeio o clima das academias. São grandes, expansivas, frias e nem um pouco amigaveis. Parece que pra gente que tá fora de forma, ali não é o lugar pra gente estar. Minha vida inteira eu me matriculei em academias para fugir delas. Desde os 13 anos eu vou lá pra tentar emagrecer, vou 15 dias, enrolo os outros 15 e nunca mais volto. O mais engraçado é que eu vou lá pra entrar em forma, mas não entro no ritmo e quando volto pra acadeia (seis meses, um ano, dois anos depois...), eu to mais fora de forma ainda!
O rugby me cobra uma boa forma fisica bem mais do que qualquer outra atividade ou pressão psicologica já me cobrou. Ironicamente eu estou mais gorda que nunca, mas é chegada a hora de tomar vergonha na cara e correr de braços abertos pra endorfina. Afinal, não há chocolate no mundo que me faça me sentir melhor que uma boa corrida, ou depois que eu fiz força. Não há, simplesmente não há.
Aliando a minha sede por chutar bundas no rugby, com a pressão psicologica da minha mãe, mais meu gosto pelas endorfinas fui pra academia. O plano inicial era ir lá, fazer tudo com má vontade e no final curtir meu bem estar pós exercicio, mas após me matricular eu acabei subindo até o shopping e comprei um chinelo lindo e quando eu desci pra academia novamente era o horário da aula de bike.
Há quem chame aquilo de spinin, whatever, entrei na sala com a minha mãe e já tinha gente pedalando. Escolhemos as bicicletas lá do fundo pra ninguém ver a gente não aguentando, ajustamos os bancos, subimos na meninota e nos pusemos a pedalar. 5 minutos depois entrou o professor todo simpático, fazendo a gente prometer que acontecesse o que acontecesse a gente não ia parar de pedalar. Ele ligou um putz-putz genérico e contagiante e gritou "Pedala! Quero ver giraaaar!". Pedalei horrores, sem parar por 45 minutos, as vezes com muita carga, as vezes sem carga nenhuma, parecia que eu ia sair voando como naquela cena do E.T., foi lindo.
A sala é um lugar separado do restante da academia, com as paredes altas e pintadas de azul escuro ela fica toda fechada, o que permite que o professor ligue a música super alto. O clima é extremamente envolvente! Todo mundo tá lá fazendo a mesma coisa que você, no mesmo ritmo que você, o professor tá lá na frente te motivando e chega uma hora que ele apaga a luz. Você fica na luz negra pedalando sem parar, o mais rápido o possível e daí ele liga o estroboscópio e você tenta pedalar na velocidade em que a luz pisca. É lindo.
To achando tudo tão lindo também porque estou repleta de endorfina ainda. E olha, serei aluna presente em todas as aulas de bike, porque libera uma endorfina fudida e endorfina, eu te amo.

Ah sim, voltei pra academia e além da bike também vou puxar peso e afins. Vem endorfina, vem!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Acho feio demais.

As pessoas falam o que querem sobre a ordem de qualquer coisa, tipo... hm... relacionamentos. Falam o que pensam, ou o que não pensam. Falam mais sobre o que na realidade gostariam de fazer.
Eu não vou mais acreditar no que dizem por aí, nas histórias que me contam sobre o jeito de pensar ou de agir em determinadas situações. Vou cuidar também pra não cair no erro e ser péga no flagra falando o que não faço.
Acho feio demais.

domingo, 6 de janeiro de 2008

O primeiro do 2008

Nem Dostoiévski está sendo capaz de prender minha atenção. Olho pro lado, fecho o livro. Um copo rouba meus pensamentos e minha concentração. Já conheço essas histórias, a do livro e a da minha cabeça. Não sei como a primeira se desenrola nem como acaba, mas a que me rouba a concentração... essa eu já vim, vi e venci. Milhares de vezes.
Digo pra minha amiga de infancia e que veio me visitar, que preocupação com o já acontecido só serve para causar gastrite. "Ó a gastrite, Tata, ó a gastrite". Mas na minha vez fico remexendo, remoendo e reclamando, ainda. E é assim sempre, não? A preocupação que a gente manda o outro esquecer, mas não para de pensar; a atitude que a gente manda o outro tomar, mas que a gente mesmo nunca toma; o regime que os outros nos mandam fazer, mas continuam se empanturrando de comida... enfim.
Esse 2008 era pra ser diferente, não era? Foi o que eu disse. "Você não precisa esperar o ano mudar pra mudar também". O ano mudou já... eu não mudei nem antes, nem depois dele. Não to falando que o ano está perdido (ele nem começou, afinal), mas coisinhas pontuais que se eu não começar a fazer agora, será como em todos os outros anos.
Fechei o livro de novo, penso em fazer algo nesse domingo a noite. Fazer o que? eu nunca faço nada nos domingos a noite...